Notas

A Resistência/PSOL repudia a declaração horrenda e misógena do líder do PSL na Câmara

O líder do PSL na Câmara dos Deputados, Delegado Waldir (GO), ao falar sobre a crise no partido de Bolsonaro, disparou uma declaração misógina odiosa: “Nós somos Bolsonaro. Nós somos que nem mulher traída. Apanha, não é? Mas mesmo assim ela volta ao aconchego”.
Não é a primeira vez que representantes deste partido demonstram ódio a nós, mulheres. Não aceitaremos que menosprezem nossas vidas, diante do assustador aumento do feminicídio. Para eles, nossas vidas não importam!
O Brasil é o 5º país do mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), com os maiores índices de violência feminicida. No último período, as estatísticas mostram que passamos por uma verdadeira tragédia nacional. O feminicídio, a morte em decorrência da violência de gênero, expressa a face mais cruel da misoginia. Muitas mulheres vítimas, passam por anos de violências físicas, psicológicas, sexuais, patrimoniais, não porque gostem de passar por isso. Para as mulheres trabalhadoras, maioria negra, um dos principais obstáculos para enfrentar a situação de violência é a condição financeira delas e de suas família.
Neste governo, a retirada de direitos, os altos índices de desemprego e, principalmente, esses discursos de ódio aumentam o risco de vida das mulheres brasileiras.
Este criminoso tem nosso absoluto repúdio!
18 de outubro de 2019.
Comissão Nacional de Mulheres da Resistência/PSOLO líder do PSL na Câmara dos Deputados, Delegado Waldir (GO), ao falar sobre a crise no partido de Bolsonaro, disparou uma declaração misógina odiosa: “Nós somos Bolsonaro. Nós somos que nem mulher traída. Apanha, não é? Mas mesmo assim ela volta ao aconchego”.
Não é a primeira vez que representantes deste partido demonstram ódio a nós, mulheres. Não aceitaremos que menosprezem nossas vidas, diante do assustador aumento do feminicídio. Para eles, nossas vidas não importam!
O Brasil é o 5º país do mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), com os maiores índices de violência feminicida. No último período, as estatísticas mostram que passamos por uma verdadeira tragédia nacional. O feminicídio, a morte em decorrência da violência de gênero, expressa a face mais cruel da misoginia. Muitas mulheres vítimas, passam por anos de violências físicas, psicológicas, sexuais, patrimoniais, não porque gostem de passar por isso. Para as mulheres trabalhadoras, maioria negra, um dos principais obstáculos para enfrentar a situação de violência é a condição financeira delas e de suas família.
Neste governo, a retirada de direitos, os altos índices de desemprego e, principalmente, esses discursos de ódio aumentam o risco de vida das mulheres brasileiras.
Este criminoso tem nosso absoluto repúdio!
18 de outubro de 2019.
Comissão Nacional de Mulheres da Resistência/PSOL
Facebook Comments

Relacionados

Sobre a militância (2)

resistencia

Dez motivos para dizer não à reforma da Previdência de Bolsonaro

resistencia

Novo Coronavírus: os desafios no Rio de Janeiro e no mundo

resistencia